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Insane Motorsports Graphic's

O CONJUNTO DA OBRA





Pode ser verdade que “carro bonito não ganha corrida, ganha carro bom”. Mas que marca presença, é lembrado por todos e, normalmente, solicitado para exposições, também é uma verdade inconteste. Experimente assistir uma prova, de qualquer categoria, nas arquibancadas, e constatará que o grande público não faz a mínima idéia sobre quem está dentro dos carros – excetuando-se as “figuras carimbadas” (2 ou 3) que estão sempre de prontidão em qualquer evento.




Então, criam-se espécies de células de torcidas: os que torcem pelo mais veloz, os que torcem pelos mais combativos, os que torcem para os carros mais bonitos – via de regra infiltrados no primeiro ou segundo grupo – e os que torcem pelo “coitadinho”, aquele que se arrasta a duras penas a corrida inteira, tentando levar seu carro ao final da etapa. Siga esta “trupe”, posteriormente, onde se reunirão com os desafortunados que não compareceram à disputa.




Usando a Fórmula 1 como exemplo, onde 8% da população brasileira reconhece 4% dos pilotos – aponte para o suíço Sébastien Buemi, da Toro Rosso, ou o já quase vedete alemão Sebastian Vettel, da RBR, pergunte a qualquer um seus nomes e não saberão responder – e ouvirá, nos relatos dos expectadores que estavam “in loco”, as manobras, as ultrapassagens e as – inevitável deleite do público – batidas, como “você precisava ver a ultrapassagem que o “Lux” deu no “Maçanetas” no meio da curva... eles estarão, à seu modo, identificando os carros pelos patrocinadores estampados nas carrocerias. As logomarcas marcas todos se lembrarão; os números quase ninguém. E, em dado momento, inexoravelmente escutará “mas é lindo aquele nº 7, o ‘da fábrica de canetas’, lá, não é?” – e a maioria concordará, independente deste ter vencido, andado no meio do pelotão ou dado só uma volta. Os comentários subseqüentes virão, mas o que se conseguiu – e é isso que importa para o patrocinador, o combustível financeiro dos eventos – fixou-se sua marca no subconsciente do grande público. Logicamente haverão discordâncias, pois é impossível atingir a unanimidade – o que é salutar, senão tudo seria monótono –, e o próximo assunto será uma espécie de eleição do “mais lindo”.. assim como também do mais feio ou esculachado, porquê brasileiro é brasileiro e uma polemicazinha é essencial para a próxima rodada, chamem o garçom...




De qualquer maneira, é difícil nos recordarmos de um carro bom, “de ponta”, batedor de recorde e tudo, mas que estampe uma pintura medíocre ou, o que é pior, nenhuma pintura em sua carroceria. Nos lembraremos dele, mas sempre em segundo plano, porquê o tal do ‘da fábrica de canetas” virá primeiro à memória. Em um esporte positivamente de alto custo, apenas a preparação de alto nível e a habilidade do piloto nem sempre são a tônica do sucesso. O destaque visual é parte integrante deste sucesso. Então, não é pegando-se um bólido de competição, soldando e aparafusando chapas e tubos, mantendo-o monocromático com a cor que sua carroceria saiu de fábrica e aplicando-lhe plotagens de patrocinadores que os espectadores associam o carro como sendo vencedor. Pelo contrário.




Já carros bem construídos, com pinturas bem elaboradas, visando destacá-lo entre os demais, cujo estudo do lay-out favorece a visualização das logomarcas dos patrocinadores tem meio caminho andado para serem recordados e darem o retorno esperado pelos patrocinadores. Porquê trata-se do que se pode chamar de “conjunto da obra”. É o carro construído com técnica, paciência, material de qualidade e conhecimento de causa. Não se encontram frestas ou linhas desniveladas, toda a chapa é lisa e sem ondulações, o policarbonato (substituto dos vidros) é novinho, a tinta é de boa qualidade, e a pintura foi estudada, de acordo com as cores dos patrocinadores e as disposições das logomarcas, que não interferem nem se sobrepõem as linhas divisórias de cores e detalhes. Como mencionado, nem todos o elegerão “o mais lindo”, mas certamente estará sempre entre os candidatos ao posto. O mesmo se aplica à moda reinante do “Tuning”, onde o que mais se vê são apêndices aerodinâmicos de utilidade nula e gosto duvidoso. O que é bonito para uns talvez não o seja para outros, mas o que é horrível não escapa: todo mundo concorda!




Criando, desenhando e ilustrando sobre quase todos os temas desde muito novo, e posteriormente fixando-se nos automóveis, o desenhista – profissão hoje pomposa e eufemisticamente definida como “programador visual” – Renato Pereira criou a marca Insane Motorsport Graphic´s, seu estúdio, onde cria, projeta e transforma em imagens - e, posteriormente em realidade -, onde busca a perfeição seja na pintura do carro, capacete, carreta, motor-home, decoração dos boxes, criação do macacão, uniforme da equipe, pôsteres, adesivos, banners, enfim, tudo o que se relacione com a programação visual da equipe, o mesmo acontecendo com o desenvolvimento de body-kits específicos para Tuning. Vale destacar que a filosofia da Insane Motorsport Graphic´s é que “cada cliente é exclusivo; se aparecer outro produto semelhante será cópia do que o estúdio criou, e sem sua autorização. Como em tudo no mundo, mas com uma dose a mais, a criação é um processo trabalhoso e demorado, que exige conhecimento do carro, dos autódromos, do posicionamento do público, dos fotógrafos, das câmeras de televisão, da combinação das cores, softwares específicos, equipamento de alto custo e, preponderantemente, de muita, mas muita paciência.




Antes do carro e tudo o mais estar pronto, foram exaustivamente criados centenas de rafs e ensaios, ora agradando um patrocinador e desagradando outro, ora tudo se invertendo e nem sempre a recompensa aparece, porquê, para quem não entende, parece simples mudar uma cor aqui e uma faixa ali; mas para quem é profissional, isso significa redesenhar todo o carro – que é vetorizado, texturizado, colorido, aplicadas as logomarcas, iluminado, dados os acabamentos finais – e neste processo não cabem retoques. Parte-se do zero novamente. Outro problema é quando o cliente vem com a idéia fixa de simplesmente copiar a pintura de um carro de sabe-se lá qual categoria; normalmente, o bom profissional refuta a idéia de imediato e, também normalmente, perde o possível cliente. Mas é melhor perdê-lo antes de gastar tempo, do que passar todo o processo citado e, simplesmente, ter de colocar o cliente na Lista Negra dos Não Pagadores, algo muito em voga no automobilismo nacional, que parece acreditar que elogios e tapinhas nas costas suprem as despesas de quem esta vivo e precisa se manter assim.

Entre em contato com a Insane Motorsport Graphics e converse, sem compromisso, pelo fone 41 3346-3019, pelos e-mails insane_motorsport@hotmail.com / insane.motorsport@gmail.com, ou visite www.insane.no.comunidades.net / www.orkut.com.br/Join.aspx?id=49DA5AAE85FADA54&mt=21

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